Mês de Abril:
Aprilis, “o tempo das flores e folhas em botão” para os romanos, inspirados pela deusa grega Afrodite, dá nome a este mês. A palavra aperilis signifiava “abrir”, lembrando o atributo de Afrodite como a que abre o portal da vida.
Dia 1º de abril:
Venerália, festival romano dedicado à deusa Vênus.
Celebrações greco-romanas dedicadas às deusas Fortuna Virilis e Concórdia.
Celebração de Blathnat, a “pequena flor”, na Irlanda.
Comemoração de Hathor, deusa lunar egípcia.
Celebração de Kali, deusa da morte e da transmutação na Índia.
Dia 2 de abril:
Lua Crescente em Câncer.
Dia da “Batalha das Flores” na França, quando as pessoas andavam com cestos de flores, jogando-as para quem eles queriam conquistar.
Celebração de Vovó Amma, deusa protetora dos marinheiros vikings e suas famílias na Escandinávia.
Antigas celebrações celtas para divindades solares: Aine, Brighid, Bel e Lleu.
Festa de A-Ma, em Macau, reverenciando a deusa lunar [...]
Dia 3 de abril:
Nascimento de Buda, o príncipe Sidarta Gautama.
Florália, festival romano dedicado à deusa Flora.
Celebração da deusa romana Proserpina.
Festa da deusa hindu Mulaprakriti.
Oferendas de cestas com sementes germinadas às divindades da água, na antiga Pérsia.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe .
Dia 4 de abril:
Início de Megalésia, antigo festival romano em honra à deusa Cibele.
Dia 5 de abril:
Celebração de Kwannon, deusa japonesa equivalente de Kwan Yin, deusa chinesa
Festa da deusa Fortuna, em Roma.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 6 de abril:
Celebração de Tara, deusa hindu das estrelas.
Festival Ching Ming, dedicado à deusa Kwan Yin.
Festival francês da primavera, dedicado às crianças.
Dia 7 de abril:
Nos países eslavos, reverenciavam-se os espíritos benevolentes que moravam em grutas, florestas, campos, jardins e casas, os chamados Divja Davojke.
Celebração de Blajini, na Romênia.
Celebração de Kait, deusa hitita da agricultura.
Celebração de Kadi, deusa assíria da terra e da justiça.
Dia Mundial da Saúde.
Dia 8 de abril:
Mounychia, celebração da deusa Ártemis, na Grécia.
Celebração da deusa Titânia, na Roma antiga.
Celebração de Hovava, Teleze-awa e Vyestitsa, deusas lunares eslavas.
Hina Matsuri, festival japonês das flores de pessegueiro.
Dia 9 de abril:
Lua Cheia em Libra.
Celebração de Andraste, deusa celta da guerra.
Celebração de Bellona, deusa romana da guerra, precursora do deus Marte.
Dia 10 de abril:
Celebração de Bau, deusa babilônica do céu, da Terra e do mundo subterrâneo.
Fim das festas de Megalésia, dedicadas à deusa Cibele.
No folclore celta, acreditava-se que, neste dia, o sol “dançava” nos primeiros momentos do dia.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 11 de abril:
Celebração de Kista, antiga deusa persa do conhecimento e da sabedoria.
Celebração de Anat, antiga deusa mesopotâmica da vida e da morte, guerra e sexualidade.
Celebração de Anahit, deusa armênia do amor e da lua.
Festa de Elaphebolia, na Grécia, celebrando Ártemis.
Em Roma, pediam-se bênçãos da deusa Diana contra o mau-olhado e as doenças sobre as crianças.
Dia 12 de abril:
Inícioda Cereália, festival romano anual para garantir a fertilidade da terra.
Celebração de Chu-Si Niu, deusa padroeira dos partos, em Taiwan.
Celebração de Ilithya, antiga deusa pré-helênica, padroeira dos partos.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 13 de abril:
Festa hindu para os deuses Indra e Indrani, casal divino regente do amor, da vida e da sexualidade.
Festival budista da água, na Tailândia.
Libertas, festival romano da primavera.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Pesquisa por: Karen Griesang (Sisaray Rupanco).
terça-feira, março 09, 2010
Eventos MARÇO - Continuação
Mês de Março – EVENTOS importantes – Continuação
Dia 22 de março :
Celebração de Bast, deusa egípcia padroeira dos gatos;
Antigo Festival do Riso romano;
Marzenna, antigo festival da primavera na Polônia, celebrada com cantos, danças circulares e fogueiras, festejando o renascimento da natureza.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 23 de março:
Comemoração de Maat, deusa egípcia da justiça e da verdade;
Celebração de Shait, deusa egípcia do destino;
Encerramento das celebrações de Athena e Minerva;
Danças romanas Salii para expulsar os espíritos maléficos do inverno e estimular o crescimento das plantas com rituais mágicos;
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 24 de março:
Comemoração da deusa romana Cibele;
Celebração da deusa Britannia, padroeira de Albion (Grã-Bretanha);
Celebração de Emer, deusa irlandesa da luz solar, da beleza e do conhecimento;
Dia dedicado a Heimdall, deus nórdico guardião de Byfrost, Ponte do Arco-Íris, que liga o mundo dos homens ao mundo dos deuses;
Dia dedicado ao arcanjo Gabriel, protetor das mulheres que desejam engravidar.
Dia 25 de março:
Fim do antigo festival romano da alegria, Hilária. No final das festividades, faziam-se lavagens ritualísticas das casas e dos templos;
Celebração de Ashisti, deusa persa da fortuna e da prosperidade;
Comemoração do deus Marte e de sua consorte, a deusa Néria.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe
Dia 26 de março:
Dia do Arado, nos países nórdicos;
Celebração de Mati Syra, a Mãe Terra nos países eslavos;
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 27 de março:
Festival de Gauri, deusa hindu da abundância e padroeira dos casamentos;
Celebração da antiga deusa do mediterrâneo Arthana Lindia, deusa ancestral que representava a fertilidade das colheitas e a paz nas comunidades. Foi a deusa precursora de Deméter e Ceres;
Liber Pater, celebração romana do vinho e da fertilidade.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 28 de março:
Dia de Kwan Yin, deusa japonesa e chinesa protetora dos lares, da compaixão e da cura, como se fosse um “bodhisattwa feminino”;
Celebração da deusa hindu da sabedoria, saravasti;
Antigamente, na China, reverenciava-se Tou Mou, a “escrivã do céu”, que julgava os homens.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 29 de março:
Celebração da deusa grega Ártemis, protetora dos recém-nascidos e dos animais;
Comemoração de Druantia, deusa celta da fertilidade, da paixão e da sensualidade;
Festival de Ishtar, versão assíria da deusa suméria Inanna.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 30 de março:
Comemoração de Melissa, deusa grega das abelhas, considerada um aspecto da deusa Afrodite;
Celebração do Ano Novo persa, festejando o casamento sagrado do Deus e da Deusa e a criação da raça humana;
Festa para a deusa babilônica Bau, a Grande Mãe, senhora das águas primordiais e do espaço cósmico.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 31 de março:
Comemoração antiga de Dana, a divindade suprema do panteão celta, mãe dos deuses e dos homens, senhora da luz e do fogo;
Celebração de Danu, na Irlanda;
Celebração de Luna, deusa lunar romana, regente dos meses.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Pesquisa por: Karen Griesang (Sisaray Rupanco).
Dia 22 de março :
Celebração de Bast, deusa egípcia padroeira dos gatos;
Antigo Festival do Riso romano;
Marzenna, antigo festival da primavera na Polônia, celebrada com cantos, danças circulares e fogueiras, festejando o renascimento da natureza.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 23 de março:
Comemoração de Maat, deusa egípcia da justiça e da verdade;
Celebração de Shait, deusa egípcia do destino;
Encerramento das celebrações de Athena e Minerva;
Danças romanas Salii para expulsar os espíritos maléficos do inverno e estimular o crescimento das plantas com rituais mágicos;
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 24 de março:
Comemoração da deusa romana Cibele;
Celebração da deusa Britannia, padroeira de Albion (Grã-Bretanha);
Celebração de Emer, deusa irlandesa da luz solar, da beleza e do conhecimento;
Dia dedicado a Heimdall, deus nórdico guardião de Byfrost, Ponte do Arco-Íris, que liga o mundo dos homens ao mundo dos deuses;
Dia dedicado ao arcanjo Gabriel, protetor das mulheres que desejam engravidar.
Dia 25 de março:
Fim do antigo festival romano da alegria, Hilária. No final das festividades, faziam-se lavagens ritualísticas das casas e dos templos;
Celebração de Ashisti, deusa persa da fortuna e da prosperidade;
Comemoração do deus Marte e de sua consorte, a deusa Néria.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe
Dia 26 de março:
Dia do Arado, nos países nórdicos;
Celebração de Mati Syra, a Mãe Terra nos países eslavos;
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 27 de março:
Festival de Gauri, deusa hindu da abundância e padroeira dos casamentos;
Celebração da antiga deusa do mediterrâneo Arthana Lindia, deusa ancestral que representava a fertilidade das colheitas e a paz nas comunidades. Foi a deusa precursora de Deméter e Ceres;
Liber Pater, celebração romana do vinho e da fertilidade.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 28 de março:
Dia de Kwan Yin, deusa japonesa e chinesa protetora dos lares, da compaixão e da cura, como se fosse um “bodhisattwa feminino”;
Celebração da deusa hindu da sabedoria, saravasti;
Antigamente, na China, reverenciava-se Tou Mou, a “escrivã do céu”, que julgava os homens.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 29 de março:
Celebração da deusa grega Ártemis, protetora dos recém-nascidos e dos animais;
Comemoração de Druantia, deusa celta da fertilidade, da paixão e da sensualidade;
Festival de Ishtar, versão assíria da deusa suméria Inanna.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 30 de março:
Comemoração de Melissa, deusa grega das abelhas, considerada um aspecto da deusa Afrodite;
Celebração do Ano Novo persa, festejando o casamento sagrado do Deus e da Deusa e a criação da raça humana;
Festa para a deusa babilônica Bau, a Grande Mãe, senhora das águas primordiais e do espaço cósmico.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Dia 31 de março:
Comemoração antiga de Dana, a divindade suprema do panteão celta, mãe dos deuses e dos homens, senhora da luz e do fogo;
Celebração de Danu, na Irlanda;
Celebração de Luna, deusa lunar romana, regente dos meses.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe.
Pesquisa por: Karen Griesang (Sisaray Rupanco).
Mês de MARÇO - EVENTOS IMPORTANTES....
Para cada dia do ANO, existem eventos importantes que são comemorados (ou lembrados) desde a antiguidade. A partir de hoje, no mês de Março, destacamos:
Dia 9 de março:
Deusas e deuses celebrados neste dia: Celebração de Ala, a Mãe Terra das tribos Ibo, na Nigéria.
Dia consagrado ao casal divino grego, Afrodite e Adonis.
Outros eventos importantes: Hsi Wang Mu, festa da antiga China em honra a Deusa Mãe do céu do oeste, representando o princípio feminino.
Dia 10 de março:
Deusas e deuses celebrados neste dia: Al-Lat, deusa árabe da Terra e da criação.
Anna Perenna, deusa romana de duas cabeças, regente do tempo e da reprodução.
Dia 11 de março:
Deuses e deusas celebrados neste dia: Hypatia, uma das musas gregas que regia a arte, a ciência e a criatividade.
Hércules, herói e semideus, símbolo da coragem e da força física.
Dia 12 de março:
Deuses e deusas celebrados neste dia: Belit Ilani, a “estrela do desejo” na Babilônia, amante de vários deuses e padroeira da procriação e da geração.
Dia 13 de março:
Eventos importantes comemorados neste dia: Holi, antigo festival hindu dedicado à Holika, deusa do fogo.
Celebração do retorno do sol em Luxemburgo, que simboliza o início da primavera.
Dia da Purificação em Bali.
Deusas e deuses celebrados neste dia: Ch’un Ti, deusa chinesa do céu e da luz.
Dia 14 de março:
Deusas e deuses celebrados neste dia: Ua Zit, Grande Deusa Serpente do Antigo Egito.
Outros eventos importantes:
Dia nacional da poesia.
Dia dos animais.
Dia das sereias e dos seres do mar na Irlanda.
Celebrações antigas para o Ano Novo em Ghana com danças e rituais para afastar os maus espíritos e honrar os ancestrais.
Dia 15 de março:
Deuses e deusas celebrados neste dia: Rhea, Grande Mãe Terra grega, mãe de Zeus;
Outros acontecimentos especiais: Celebrações do renascimento da terra na primavera pela volta de Attis, amado da deusa Cibele, na Anatólia;
Dia de oferendas para os espíritos e as ninfas das águas nos países celtas;
Dia 16 de março:
Celebrações neste dia: Dia dedicado a Morgan le Fay, a Sacerdotisa de Avalon, ilha sagrada da mitologia celta;
Comemore comendo uma maçã em honra a Morgana!
Dia 17 de março:
Deuses e deusas celebrados neste dia:
Astarte, versão canãanita de Ishtar, a deusa da sexualidade;
São Patrício, padroeiro da Irlanda;
Festivais celebrados neste dia: Liberália, festival romano dedicado à Líbera, deusa da fertilidade e da vegetação;
Dia 18 de março:
Deuses e deusas celebrados neste dia:
Sheelah Na Gig, antiga deusa irlandesa da sexualidade;
Tuonetar, antiga deusa da morte finlandesa;
Dia 19 de março:
Festivais neste dia: Início do Panathenaea, festival gregos de cinco dias em honra à Athena;
Quintaria, equivalente romano do festival acima, para Minerva;
Divindades celebradas neste dia: Sitala, deusa indiana das febres, invocada para curar doenças contagiosas;
Dia 20 de março:
Celebrações neste dia: Hoje é outono no hemisfério sul!
Hoje é equinócio de primavera no hemisfério norte, porque as estações são invertidas nos hemisférios. Junto com esse equinócio, há uma série de celebrações nos países “lá de cima”, [...]
Dia 21 de março:
Festival grego da criação do Ovo Cósmico;
Celebração da deusa celta Eostre, cujas origens inspiraram o costume de presentear com ovos de chocolate na Páscoa;
Comemoração da deusa eslava Marzana, senhora do tempo, da natureza e da vida;
Pesquisa por: Karen Griesang (Sisaray Rupanco).
Dia 9 de março:
Deusas e deuses celebrados neste dia: Celebração de Ala, a Mãe Terra das tribos Ibo, na Nigéria.
Dia consagrado ao casal divino grego, Afrodite e Adonis.
Outros eventos importantes: Hsi Wang Mu, festa da antiga China em honra a Deusa Mãe do céu do oeste, representando o princípio feminino.
Dia 10 de março:
Deusas e deuses celebrados neste dia: Al-Lat, deusa árabe da Terra e da criação.
Anna Perenna, deusa romana de duas cabeças, regente do tempo e da reprodução.
Dia 11 de março:
Deuses e deusas celebrados neste dia: Hypatia, uma das musas gregas que regia a arte, a ciência e a criatividade.
Hércules, herói e semideus, símbolo da coragem e da força física.
Dia 12 de março:
Deuses e deusas celebrados neste dia: Belit Ilani, a “estrela do desejo” na Babilônia, amante de vários deuses e padroeira da procriação e da geração.
Dia 13 de março:
Eventos importantes comemorados neste dia: Holi, antigo festival hindu dedicado à Holika, deusa do fogo.
Celebração do retorno do sol em Luxemburgo, que simboliza o início da primavera.
Dia da Purificação em Bali.
Deusas e deuses celebrados neste dia: Ch’un Ti, deusa chinesa do céu e da luz.
Dia 14 de março:
Deusas e deuses celebrados neste dia: Ua Zit, Grande Deusa Serpente do Antigo Egito.
Outros eventos importantes:
Dia nacional da poesia.
Dia dos animais.
Dia das sereias e dos seres do mar na Irlanda.
Celebrações antigas para o Ano Novo em Ghana com danças e rituais para afastar os maus espíritos e honrar os ancestrais.
Dia 15 de março:
Deuses e deusas celebrados neste dia: Rhea, Grande Mãe Terra grega, mãe de Zeus;
Outros acontecimentos especiais: Celebrações do renascimento da terra na primavera pela volta de Attis, amado da deusa Cibele, na Anatólia;
Dia de oferendas para os espíritos e as ninfas das águas nos países celtas;
Dia 16 de março:
Celebrações neste dia: Dia dedicado a Morgan le Fay, a Sacerdotisa de Avalon, ilha sagrada da mitologia celta;
Comemore comendo uma maçã em honra a Morgana!
Deuses e deusas celebrados neste dia:
Astarte, versão canãanita de Ishtar, a deusa da sexualidade;
São Patrício, padroeiro da Irlanda;
Festivais celebrados neste dia: Liberália, festival romano dedicado à Líbera, deusa da fertilidade e da vegetação;
Dia 18 de março:
Deuses e deusas celebrados neste dia:
Sheelah Na Gig, antiga deusa irlandesa da sexualidade;
Tuonetar, antiga deusa da morte finlandesa;
Dia 19 de março:
Festivais neste dia: Início do Panathenaea, festival gregos de cinco dias em honra à Athena;
Quintaria, equivalente romano do festival acima, para Minerva;
Divindades celebradas neste dia: Sitala, deusa indiana das febres, invocada para curar doenças contagiosas;
Dia 20 de março:
Celebrações neste dia: Hoje é outono no hemisfério sul!
Hoje é equinócio de primavera no hemisfério norte, porque as estações são invertidas nos hemisférios. Junto com esse equinócio, há uma série de celebrações nos países “lá de cima”, [...]
Dia 21 de março:
Festival grego da criação do Ovo Cósmico;
Celebração da deusa celta Eostre, cujas origens inspiraram o costume de presentear com ovos de chocolate na Páscoa;
Comemoração da deusa eslava Marzana, senhora do tempo, da natureza e da vida;
Pesquisa por: Karen Griesang (Sisaray Rupanco).
segunda-feira, março 08, 2010
2010 - ANO REGIDO PELA MAGIA DE VÊNUS !!!!
Vênus é uma das doze divindades do Olimpo, na mitologia greco-romana. É representada por uma bela jovem cujos longos cabelos caem sobre seu corpo, escondendo as partes íntimas. Vênus é também o nome do planeta mais próximo da Terra e o segundo a partir do Sol. O ano de 2010 está sendo regido e governado por Vênus, o planeta do amor. O número regente de 2010 é o 03, que no Tarô equivale ao Arcano da Imperatriz, a mulher ideal: pura, atraente, sensual, positiva e de bons agouros. Na numerologia o 03 confere equilíbrio, pureza e realização criativa.
Até dia 20 de Março de 2010 é ainda ano do Sol, mas já poderemos notar a influência de Vênus também e, então, teremos os dois astros atuando sobre a Terra.
Os astrólogos mais esotéricos buscam nos antigos caldeus este conhecimento que é baseado na chamada Estrela dos Magos, uma estrela de sete pontas onde são colocados o Sol, a Lua e mais cinco planetas (aqueles que são visíveis a olho nu e que eram conhecidos na antiguidade). A seqüência em que são colocados os planetas não é clara, pois não segue a ordem lógica (de afastamento dos planetas em relação ao Sol ou em relação à Terra, por exemplo).
Vênus, a deusa do amor para os romanos era conhecida como Afrodite pelos gregos. Para os caldeus, Vênus ou Afrodite tinha semelhança com lshtar, comparada à virgem mãe sumeriana, senhora dos céus e deusa da fertilidade. A deusa clássica Vênus emerge das águas em uma concha, sendo empurrada para a margem pelos Ventos D'oeste, símbolos das paixões espirituais, e recebendo, de uma Hora (as Horas eram as deusas das estações), uma manto bordado de flores. Alguns especialistas argumentam que a deusa nua não representaria a paixão terrena, carnal, e sim a paixão espiritual.
É protetora dos amantes, o instinto natural de fecundação e geração: a atração sexual. Sua beleza seduziu a todos, exceto a Minerva, a Deusa da Sabedoria e da honra, e a Diana, a Deusa das artes e da caça, e finalmente, a Vesta, a Deusa do lar. Para acalmar essas deusas, Zeus obrigou-a a casar-se com Vulcano, o artesão dos metais. Vulcano era feio, disforme e coxo. Porém, Vênus aparecia sempre acompanhada de Eros, seu filho, o deus do Amor e também a ‘criança levada’, que fazia apaixonar-se aquele que fosse flechado por ele. Vênus/Afrodite fez muitas conquistas e esteve envolvida em muitos episódios do Olimpo. Era uma deusa vaidosa e voluntariosa, e simboliza o lado do ser humano que anseia pela beleza e pela admiração, mas também pelo amor. Casou-se Vênus contra sua vontade, ela que já se apaixonara pelo jovem e valente Marte. Estes se encontravam constantemente até que o Sol, Apolo, o deus que tudo via, contou a Vulcano que sua mulher o traía. Este confeccionou uma rede de ouro invisível e armou uma armadilha para os amantes. Quando foram consumar mais uma vez o adultério, Vênus e Marte ficaram aprisionados ao leito e Vulcano trouxe todos os deuses para observar a vergonha da Vênus. Ao serem libertados, Vênus esperava que Marte assumisse o seu amor e mesmo expulsos do Olimpo fossem vagar pelos cantos da terra juntos. Porém Marte frustrou a deusa abandonando-a. Vênus, a deusa do Amor, transformando seu amor em ódio, rogou uma praga para que Marte se apaixonasse por todas as mulheres que visse, tornando-se assim um deus constantemente apaixonado e agressivo, que tomava as mulheres à força quando estas não cediam à sua sedução. A primeira mulher que encontrou e se apaixonou foi Aurora esposa de Astreu.
Encontramos neste mito o Arquétipo do masculino e do feminino. A mulher sempre desejando ser amada mesmo diante de situações mais difíceis, enquanto o homem não consegue assumir o amor que sente, procurando afogar suas paixões se entregando a outras.
Durante o período belo deste amor, nasceram Harmonia e Cupido, Eros, que acompanhavam a Vênus, e no período mais tumultuado desta paixão nasceram Deimos, o Terror e Fobos, o Medo, que acompanhavam Marte em suas batalhas, chegando sempre a sua frente e espalhando pânico entre os moradores das cidades.
Vênus teve ainda inúmeros amores entre os quais citamos Mercúrio. Esta relação traz à tona uma combinação interessante a começar pelos nomes dos amantes: Mercúrio é Hermes o deus do conhecimento e Vênus é Afrodite, a deusa do amor. O filho deste romance recebeu o nome de Hermafrodito, somando conhecimento e amor. Sua natureza era de tranqüilidade e sabedoria, não importando-se com sentimentos relacionados aos instintos humanos. Uma ninfa do lago da Salmácida apaixonou-se por Hermafrodito que sempre se esquivava, e ela cansada de tentar prendê-lo pelo amor, foi até Zeus e pediu que usasse seu poder para uní-los. Zeus chamou Hermafrodito e ouviu suas prerrogativas, solicitando que para casar-se com a ninfa o deus deveria transformá-los em um único ser, unidos eternamente, o que foi atendido. Após esta fusão este novo ser assexuado, por ter em si mesmo as duas naturezas, masculina e feminina, foi para a Salmácida, o seu novo lar. Conta a lenda que os que se banhavam nas águas deste lago, acalmavam seus instintos sexuais, buscando o amor mais intelectual.

Até dia 20 de Março de 2010 é ainda ano do Sol, mas já poderemos notar a influência de Vênus também e, então, teremos os dois astros atuando sobre a Terra.
Os astrólogos mais esotéricos buscam nos antigos caldeus este conhecimento que é baseado na chamada Estrela dos Magos, uma estrela de sete pontas onde são colocados o Sol, a Lua e mais cinco planetas (aqueles que são visíveis a olho nu e que eram conhecidos na antiguidade). A seqüência em que são colocados os planetas não é clara, pois não segue a ordem lógica (de afastamento dos planetas em relação ao Sol ou em relação à Terra, por exemplo).
Vênus, a deusa do amor para os romanos era conhecida como Afrodite pelos gregos. Para os caldeus, Vênus ou Afrodite tinha semelhança com lshtar, comparada à virgem mãe sumeriana, senhora dos céus e deusa da fertilidade. A deusa clássica Vênus emerge das águas em uma concha, sendo empurrada para a margem pelos Ventos D'oeste, símbolos das paixões espirituais, e recebendo, de uma Hora (as Horas eram as deusas das estações), uma manto bordado de flores. Alguns especialistas argumentam que a deusa nua não representaria a paixão terrena, carnal, e sim a paixão espiritual.
É protetora dos amantes, o instinto natural de fecundação e geração: a atração sexual. Sua beleza seduziu a todos, exceto a Minerva, a Deusa da Sabedoria e da honra, e a Diana, a Deusa das artes e da caça, e finalmente, a Vesta, a Deusa do lar. Para acalmar essas deusas, Zeus obrigou-a a casar-se com Vulcano, o artesão dos metais. Vulcano era feio, disforme e coxo. Porém, Vênus aparecia sempre acompanhada de Eros, seu filho, o deus do Amor e também a ‘criança levada’, que fazia apaixonar-se aquele que fosse flechado por ele. Vênus/Afrodite fez muitas conquistas e esteve envolvida em muitos episódios do Olimpo. Era uma deusa vaidosa e voluntariosa, e simboliza o lado do ser humano que anseia pela beleza e pela admiração, mas também pelo amor. Casou-se Vênus contra sua vontade, ela que já se apaixonara pelo jovem e valente Marte. Estes se encontravam constantemente até que o Sol, Apolo, o deus que tudo via, contou a Vulcano que sua mulher o traía. Este confeccionou uma rede de ouro invisível e armou uma armadilha para os amantes. Quando foram consumar mais uma vez o adultério, Vênus e Marte ficaram aprisionados ao leito e Vulcano trouxe todos os deuses para observar a vergonha da Vênus. Ao serem libertados, Vênus esperava que Marte assumisse o seu amor e mesmo expulsos do Olimpo fossem vagar pelos cantos da terra juntos. Porém Marte frustrou a deusa abandonando-a. Vênus, a deusa do Amor, transformando seu amor em ódio, rogou uma praga para que Marte se apaixonasse por todas as mulheres que visse, tornando-se assim um deus constantemente apaixonado e agressivo, que tomava as mulheres à força quando estas não cediam à sua sedução. A primeira mulher que encontrou e se apaixonou foi Aurora esposa de Astreu.
Encontramos neste mito o Arquétipo do masculino e do feminino. A mulher sempre desejando ser amada mesmo diante de situações mais difíceis, enquanto o homem não consegue assumir o amor que sente, procurando afogar suas paixões se entregando a outras.
Durante o período belo deste amor, nasceram Harmonia e Cupido, Eros, que acompanhavam a Vênus, e no período mais tumultuado desta paixão nasceram Deimos, o Terror e Fobos, o Medo, que acompanhavam Marte em suas batalhas, chegando sempre a sua frente e espalhando pânico entre os moradores das cidades.
Vênus teve ainda inúmeros amores entre os quais citamos Mercúrio. Esta relação traz à tona uma combinação interessante a começar pelos nomes dos amantes: Mercúrio é Hermes o deus do conhecimento e Vênus é Afrodite, a deusa do amor. O filho deste romance recebeu o nome de Hermafrodito, somando conhecimento e amor. Sua natureza era de tranqüilidade e sabedoria, não importando-se com sentimentos relacionados aos instintos humanos. Uma ninfa do lago da Salmácida apaixonou-se por Hermafrodito que sempre se esquivava, e ela cansada de tentar prendê-lo pelo amor, foi até Zeus e pediu que usasse seu poder para uní-los. Zeus chamou Hermafrodito e ouviu suas prerrogativas, solicitando que para casar-se com a ninfa o deus deveria transformá-los em um único ser, unidos eternamente, o que foi atendido. Após esta fusão este novo ser assexuado, por ter em si mesmo as duas naturezas, masculina e feminina, foi para a Salmácida, o seu novo lar. Conta a lenda que os que se banhavam nas águas deste lago, acalmavam seus instintos sexuais, buscando o amor mais intelectual.
Texto pesquisado por Karen Griesang (Sisaray Rupanco).
quinta-feira, janeiro 28, 2010
DEUSA IXCHEL - Deusa Maya


A "Senhora do Arco-íris" se chamava Ixchel, uma velha Deusa da Lua e da Serpente na mitologia maia. Os maias habitaram o sul do México e Guatemala. Viveram em torno de 250 d. C. e associavam os eventos humanos com as fases da Lua. Seu marido é o caritativo deus da Lua, Itzamna.
A Deusa Ixchel foi adorada pelos maias da península do Yucatã, em Cozumel, sua ilha sagrada. Ela ajuda a assegurar a fertilidade pelo fato de segurar o vaso do útero de cabeça para baixo, de modo que as águas da criação possam estar sempre jorrando. Ixchel também é Deusa da tecelagem, da magia, da saúde, da cura, da sexualidade, da água e do parto. A libélula é seu animal especial. Quando ela quase foi morta pelo avô por tornar-se amante do Sol, a libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.
O símbolo desta Deusa é o vaso emborcado do infortúnio. Sobre sua cabeça repousa uma serpente mortífera, suas mãos e pés têm garras afiadas de animais e seus traje é adornado com as cruzes feitas de ossos, emblema da morte.
Ixchel se apresenta como o arquétipo que contém os aspectos mais significativos da vida de uma mulher. É, por excelência, a Grande Mãe, a Senhora da Terra, que em suas representações das fases da Lua abrange tanto os aspectos femininos como os masculinos. É uma Deusa em perfeito estado de integração, atravessando através de suas representações os estágios da mulher jovem, madura e sábia anciã. Da luz provê o alimento, cuida na hora do parto, assume o arquétipo do casamento ao ser uma esposa, companheira do Deus sol, exercendo o poder para conseguir a abundância por intermédio da união sagrada.
Integra ainda, outros dois arquétipos como anciã sábia ao ser reconhecida como grande e poderosa Dama Velha, sua experiência leva-a a saber tecer da melhor maneira e reconhecer o momento propício para esvaziar seu jarro cheio de água sobre a terra. Em seus aspectos de Deusa jovem integra componentes e atributos que remetem ao início da vida, e em seus aspectos de Deusa anciã, é a mulher com experiência.
A Deusa Ixchel foi adorada pelos maias da península do Yucatã, em Cozumel, sua ilha sagrada. Ela ajuda a assegurar a fertilidade pelo fato de segurar o vaso do útero de cabeça para baixo, de modo que as águas da criação possam estar sempre jorrando. Ixchel também é Deusa da tecelagem, da magia, da saúde, da cura, da sexualidade, da água e do parto. A libélula é seu animal especial. Quando ela quase foi morta pelo avô por tornar-se amante do Sol, a libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.
O símbolo desta Deusa é o vaso emborcado do infortúnio. Sobre sua cabeça repousa uma serpente mortífera, suas mãos e pés têm garras afiadas de animais e seus traje é adornado com as cruzes feitas de ossos, emblema da morte.
Ixchel se apresenta como o arquétipo que contém os aspectos mais significativos da vida de uma mulher. É, por excelência, a Grande Mãe, a Senhora da Terra, que em suas representações das fases da Lua abrange tanto os aspectos femininos como os masculinos. É uma Deusa em perfeito estado de integração, atravessando através de suas representações os estágios da mulher jovem, madura e sábia anciã. Da luz provê o alimento, cuida na hora do parto, assume o arquétipo do casamento ao ser uma esposa, companheira do Deus sol, exercendo o poder para conseguir a abundância por intermédio da união sagrada.
Integra ainda, outros dois arquétipos como anciã sábia ao ser reconhecida como grande e poderosa Dama Velha, sua experiência leva-a a saber tecer da melhor maneira e reconhecer o momento propício para esvaziar seu jarro cheio de água sobre a terra. Em seus aspectos de Deusa jovem integra componentes e atributos que remetem ao início da vida, e em seus aspectos de Deusa anciã, é a mulher com experiência.
DIFERENTES REPRESENTAÇÕES DE IXCHEL
"A essência feminina, quando é comentada, não é mais a essência feminina".
Para as mulheres, a vida é cíclica. No curso de um ciclo completo que corresponde à revolução lunar, a energia da mulher cresce, brilha totalmente e míngua outra vez. Essas mudanças as afetam tanto na sua vida física quanto sexual e psíquica. Se uma mulher quiser viver em harmonia com o ritmo de sua própria natureza, ela deverá submeter-se à ela.
IXCHEL A DEUSA DA LUA
Em todas as épocas e por toda parte, os homens têm concebido uma Grande-mãe que zela pela humanidade lá do céu. Este conceito pode ser encontrado em praticamente toda a religião e mitologia cujos conteúdos tenham chegado ao nosso conhecimento.
Os maias elegeram Ixchel como sua poderosa Mãe e Deusa da Lua. Os mitos da Deusa lua e suas características protegem uma verdade que nada mais é do que a realidade subjetiva interior da psicologia feminina.
No passado e nos nossos dias, a Lua representa a imagem do princípio feminino, que é uma função tanto do homem quanto da mulher.
Visualiza-se Ixchel como a Mãe-Lua que mergulha neste tempo e lugar trazendo das estrelas as energias de nossos antepassados.
Apresenta-se coroada com serpentes, carregando objetos de rituais tais como, o espelho e plantas sagradas.
Os maias elegeram Ixchel como sua poderosa Mãe e Deusa da Lua. Os mitos da Deusa lua e suas características protegem uma verdade que nada mais é do que a realidade subjetiva interior da psicologia feminina.
No passado e nos nossos dias, a Lua representa a imagem do princípio feminino, que é uma função tanto do homem quanto da mulher.
Visualiza-se Ixchel como a Mãe-Lua que mergulha neste tempo e lugar trazendo das estrelas as energias de nossos antepassados.
Apresenta-se coroada com serpentes, carregando objetos de rituais tais como, o espelho e plantas sagradas.
ARQUÉTIPO DA VIDA E DA MORTE
A Deusa da Lua, assim, tanto como provedora da vida e da fertilidade era também, controladora dos poderes destrutivos da natureza, portanto, deusa da morte.
Para nossa mentalidade ocidental é quase impossível conceber um deus que seja ao mesmo tempo gentil e cruel, criador e destruidor. Mas para os adoradores da Deusa da Lua não havia contradição, pois ela vivia em fases, manifestando em cada uma delas suas qualidades peculiares.
Para nossa mentalidade ocidental é quase impossível conceber um deus que seja ao mesmo tempo gentil e cruel, criador e destruidor. Mas para os adoradores da Deusa da Lua não havia contradição, pois ela vivia em fases, manifestando em cada uma delas suas qualidades peculiares.
Na fase do mundo superior, correspondente à lua brilhante, ela é boa e gentil. Na outra fase, correspondente a lua escura, ela é cruel, destrutiva e má. Assim, a deusa nos mostra primeiro sua face benéfica e depois seu aspecto raivoso.
Ixchel é a Grande-Mãe maia da Vida e da Morte. Ela derrama as águas da vida do seu jarro de ventre sobre todos nós. Ixchel, também é a dona dos ossos e das almas dos mortos. Sua festa é realizada em 1 de novembro, Dia dos Mortos. (Códice Dresden)
Ixchel é com certeza, a Grande-Mãe maia. Encera em si as qualidades de seu marido Kinich Ahau, "Rosto do Sol", que se confundia com Itzamna, o Céu propriamente dito, pois era a sua manifestação diurna, por oposição a sua imagem noturna. Ele era representado sob os traços de um velho sábio.
Todos nós seres humanos possuímos os princípios femininos (anima) e masculinos (animus) dentro de nossos psiques. E, como Jung claramente já demonstrou, os deuses são forças que funcionam separadamente da vontade consciente do homem e cuja ordem ele precisa se curvar.
Ixchel é a Grande-Mãe maia da Vida e da Morte. Ela derrama as águas da vida do seu jarro de ventre sobre todos nós. Ixchel, também é a dona dos ossos e das almas dos mortos. Sua festa é realizada em 1 de novembro, Dia dos Mortos. (Códice Dresden)
Ixchel é com certeza, a Grande-Mãe maia. Encera em si as qualidades de seu marido Kinich Ahau, "Rosto do Sol", que se confundia com Itzamna, o Céu propriamente dito, pois era a sua manifestação diurna, por oposição a sua imagem noturna. Ele era representado sob os traços de um velho sábio.
Todos nós seres humanos possuímos os princípios femininos (anima) e masculinos (animus) dentro de nossos psiques. E, como Jung claramente já demonstrou, os deuses são forças que funcionam separadamente da vontade consciente do homem e cuja ordem ele precisa se curvar.
FONTE: Rosane Volpato.
HABLA MUJER

Habla Mujer
No sientas miedo
Tus palavras son fuego que arde y quema cuando enfrentas el silencio
Habla Mujer
No sientas miedo
Tus ideas son dagas que crean esperanzas cuando atraviesan barricadas
Habla Mujer, que te escucha un pueblo
Son hombres, son niños y niñas
Son todos los que suenan por un mundo libre e igualitário
(autor desconhecido)
CARTOMANTE – Elis Regina
Nos dias de hoje é bom que se proteja, ofereça a face pra quem quer que seja
Nos dias de hoje, esteja tranqüilo
Haja o que houver, pense nos seus filhos
Não ande nos bares, esqueça os amigos
Não pare nas praças, não corra perigo
Não fale do medo que temos, da vida
Não ponha o dedo na nossa ferida
Aaaaaaaaaaaaaa
Nos dias de hoje, não lhes dê motivo
Porque na verdade eu te quero vivo
Tenha paciência, Deus está contigo
Deus está conosco, até o pescoço
Já está escrito, já está previsto
Por todas videntes, pelas cartomantes
Tá tudo nas cartas, em todas as estrelas
No jogo dos búzios e nas profecias
Aaaaaaaaaaaaaaaa
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei, cai o rei, cai o rei, cai... não fica NADA...
Nos dias de hoje, esteja tranqüilo
Haja o que houver, pense nos seus filhos
Não ande nos bares, esqueça os amigos
Não pare nas praças, não corra perigo
Não fale do medo que temos, da vida
Não ponha o dedo na nossa ferida
Aaaaaaaaaaaaaa
Nos dias de hoje, não lhes dê motivo
Porque na verdade eu te quero vivo
Tenha paciência, Deus está contigo
Deus está conosco, até o pescoço
Já está escrito, já está previsto
Por todas videntes, pelas cartomantes
Tá tudo nas cartas, em todas as estrelas
No jogo dos búzios e nas profecias
Aaaaaaaaaaaaaaaa
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
Cai o rei, cai o rei, cai o rei, cai... não fica NADA...
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